9 de março de 2010
"Por ques" de um crente
Se "ir à igreja" não salva ninguém - mas conhecer a Jesus - então por que nos sentimos ofendidos quando não-convertidos permanecem congregando? Não foi Judas amado até o fim? (Tiago 2.1)
Se Jesus confrontou os fariseus por julgarem pelas aparências, por que nós nos escandalizamos com a moda dos mais jovens? (Mateus 23.25)
Por que é que obrigamos todo o cristão a se encaixar nos moldes de presbítero de I e II Timóteo quando "tudo já está consumado" e que eles só precisariam guardar três coisas básicas contidas na carta aos gentios? (Atos 15.28)
Por que é que condenamos o fumo, o namoro, a pirataria, a cerveja e a música secular ao mesmo tempo que estamos numa situação muito mais delicada quando não vivemos o que pregamos, o que foi considerado por Jesus como pior do que se matar?
Por que buscamos nos isolar e isolar nossos filhos de contato como as coisas que consideramos mundanas quando Jesus - que consideramos como Senhor e Deus, dono da verdade e que não diz uma coisa errada - pediu ao Pai, que não fizesse isso com a gente, mas estivesse com a gente no vale da sombra da morte, nos livrando do mal, como orou? (João 17.15)
Por que consideramos uma pessoa "salva" e logo a sobrecarregamos de responsabilidades religiosas quando Jesus disse que vida eterna é conhecer a Deus conforme? (João 17.3)
Por que insistimos em usar os mesmos velhos métodos quando nem mesmo Deus ao longo dos milênios usou o mesmo meio para se revelar aos homens, mas usou o mesmo meio para se revelar aos homens, mas usou fazendeiros, ciganos, escravos, assassinos, guerreiros, juízes, pastores, reis, profetas e... pescadores e ladrões?
Por que sempre dizemos às pessoas que Jesus morreu pelos pecados delas e esquecemos que ele morreu pelo nosso também? Pois parece que quando chegamos à falsa maturidade, fazemos o possível para que o menor número de pessoas possa saber que pecamos, e quando somos questionados, nos justificamos com veemência.
Por que invocamos em querer que a congregação fique em pé quando deveríamos nos lembrar que nossos exemplos na Palavra são de joelhos dobrados e rosto no chão?
Por que levantar as mãos se tornou algo tão banal sendo que é algo para se fazer em santidade e temor?
Por que, ao lermos perguntas como essas ficamos pensando em quem se encaixaria melhor a cada uma, nos esquecendo que somos um e como "um" deveríamos nos humilhar, orar e nos arrepender de nossos pecados, como Daniel fez por seu povo? O tempo em que procurávamos um bode expiatório para por a culpa acabou há mais de dois mil anos atrás quando Deus assumiu a culpa, quando nem foi Ele quem errou...
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Cara que saudades!! Muito massa... amigos que não vemos a anos... Fiquei feliz com o seu email e por ler no seu blog o que vc tem vivido com Deus. Me anima e gera fé! Ótimo o texto, continua escrevendo.
ResponderExcluirUm abraço, Vina.